Mais um feriado
Acabamos de comemorar o feriado que homenageia Tiradentes.
As atenções convergiram para Minas Gerais. Teve a entrega da medalha da Inconfidência em Diamantina (leia aqui a nota oficial do governo de Minas).
Aproxima-se uma data que não devemos esquecer: 26/4/86! Chernobyl. Lembraram? Tanto tempo depois as conseqüências do acidente nuclear ainda geram acaloradas discussões. O Greenpeace vem desafiando as autoridades a contar a verdade, sobretudo no que diz respeito ao número de mortos. Clique aqui para ver matéria sobre o tema.
A Folha On-line reproduz as principais frases de uma mensagem atribuída a Osama Bin Ladem. A CIA confirmou a autenticidade. O Hamas rejeitou o conteúdo da mensagem. Leia a matéria clicando aqui.
Na Hungria os socialistas ganharam a eleição e permanecem no poder.
Na Palestina o Fatah e o Hamas entram em conflito. Os primeiros insistem em boicotar o governo dos segundos. Leia aqui.
O Haiti fez o segundo turno das eleições legislativas na sexta-feira. No primeiro turno, que ocorreu junto com a eleição presidencial, somente dois parlamentares conseguiram se eleger. A taxa de participação foi muito baixa (15% segundo informações da Folha de S.Paulo). Esta rodada parece ter sido mais violenta que a anterior. Veja matéria clicando aqui.
O jornal O Estado de S.Paulo apresenta na sua edição de hoje um ótimo artigo sobre o Irã, compensa uma leitura atenta, pois avalia a questão energética e geopolítica do Irã com muita propriedade. Clique aqui para ler.
Dia 17 de abril tivemos também um aniversário na terra pátria, mas daqueles para morrer de vergonha e indignação! Dez anos do massacre de Eldorado dos Carajás. Reina a impunidade como era de se esperar. Os únicos que sofrem são aqueles que nada possuem de seu. Autoridades, policiais ou políticas, continuam deitadas em berço esplêndido. Veja a matéria do Estadão clicando aqui.
No Pará a tragédia das águas. Famílias desabrigadas e desalentadas. Falta tudo. Clique aqui para ler mais sobre o assunto.
O governo brasileiro quitou mais uma parte de seus compromissos com o sistema internacional: recomprou títulos colocados no mercado a partir da moratória de 1987. Leia mais clicando aqui.
Nos tão temidos depoimentos à CPI do “fim do mundo”, semana passada, nenhuma novidade.
Roberto Teixeira, depois de algumas evasivas, compareceu. Leia matéria do Estadão sobre o assunto clicando aqui.
O ministro Márcio Thomaz Bastos também foi ao Congresso. Falou à Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. A oposição disse que ele não convenceu, já os governistas comemoraram seu desempenho.
Como nota triste para aqueles que ainda gostam do bom e velho futebol-arte fica o falecimento de Telê Santana. Talvez o responsável pela última grande obra poética que a seleção brasileira proporcionou: Copa de 82. Veja aqui uma matéria sobre Telê.
Escrito por Toni às 00h24
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