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BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, Jaguaré, Homem, de 36 a 45 anos, Portuguese, Política, Livros
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O governo brasileiro e a agressão israelense

Surpreende-me a pasmaceira do governo brasileiro ante o problema do Oriente Médio.

Um pragmatismo comercial exagerado parece guiar nossa diplomacia.

A condenação aos ataques deve ser imediata, a defesa dos cidadãos brasileiros deve ser na mesma proporção que a defesa dos cidadãos libaneses indefesos.

O Estado de S.Paulo apresenta um blog com o título “Eduardo Salgado direto do Front”, compensa a leitura atenta. Nele é mostrada a tensão e o desespero dos brasileiros que estão no Líbano e não conseguem sair em segurança.

Na Folha de S.Paulo tem o relato de Kátia Nassib Timani, 39, representante de vendas de uma empresa de calçados infantis de Birigüi (no interior de São Paulo), que aproveitou uma viagem de trabalho para levar seus dois filhos adolescentes – Nader, 16, e Samir, 15 – para o Líbano e foi apanhada de surpresa pelos bombardeios. Clique aqui e leia sobre os temores e dificuldades para voltar ao Brasil.

No Estadão tem uma nota que afirma que o “Itamaraty pede que Israel poupe rota de brasileiros”. Pede? Temos que exigir! Poupar a roda dos brasileiros, somente?

Sinceramente não consigo compreender!



Escrito por Toni às 12h31
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Israel: terrorismo de Estado!

Os argumentos usados por Israel para atacar o Líbano são parecidos com aqueles usados por todas as organizações terroristas, condenadas por organismos internacionais, para escolher os seus alvos. Dizem defender-se de ataques cruéis, mesmo que para isso inocentes tenham que ser assassinados, como efeito colateral indesejável.

Segundo a imprensa tudo começou com o seqüestro de 2 soldados israelenses pelo Hezbollah. Lendo os jornais, com a retrospectiva dos ataques israelenses, não consegui ver onde ocorreu esse seqüestro. O Hezbollah invadiu o território israelense para fazer o seqüestro ou os soldados israelenses estavam dentro de território libanês?

A BBC Brasil produziu uma matéria para explicar esse conflito, clique aqui e lê-la na íntegra, mas também não deixa claro onde ocorreu o ataque, se em território israelense ou libanês.

Na Folha de S.Paulo diz-se que o Hezbollah invadiu o território israelense (clique aqui para ler a matéria).

Na comunidade internacional, com exceção dos EUA e Israel, formou-se um consenso, segundo o qual quem mais sofre com os ataques israelenses é a população civil libanesa.

A população civil libanesa que está sendo massacrada pelos ataques israelenses tenderá a buscar apoio entre aqueles que anunciam defendê-la: o Hezbollah!

O que Israel e EUA têm colhido com a violência sistemática no Oriente Médio?

Será que a eleição democrática e legitima do Hamas não lhes ensinou nada? E a resistência do povo iraquiano?



Escrito por Toni às 12h15
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Minhas desventuras com a Fiat

Pessoal, cheguei a uma conclusão triste: a Fiat Automóveis está se lixando para os seus consumidores!

Comprei um Pálio, zero km, em 2004.

Com uns 6.000 km observei o lado esquerdo do carro estava mais baixo do que o direito. Claro que os amigos fizeram aquelas velhas e batidas piadas sobre o meu peso, digamos, excessivo.

Levei-o a concessionária Ventuno e o Toledo, chefe da oficina, fez as verificações de praxe e disse-me que o Pálio 2004 era, realmente, um “pouco torto”.

O defeito aumentou e lá fui eu novamente, o carro já com 10.000 km. Um dia de oficina e ele saiu bem melhor.

Quando da revisão dos 15.000 km pedi novamente que fosse feita a verificação e novamente um funcionário me disse que o carro era, realmente, “um pouco torto”.

Depois disso comecei a viajar toda semana, ano passado dei aulas em Taubaté.

Em junho de 2005 um amigo me chamou a atenção, pois o carro estava muito torto.

Entrei em contato com a fábrica, no serviço de atendimento que tem na página da Fiat (www.fiat.com.br). Nunca usem tal serviço, pois qualquer reclamação que você fizer a resposta será sempre a mesma, é melhor o 0800. Embora as respostas também sejam do tipo “padrão”, pelo menos você tem a ilusão de ser ouvido.

Escolhi a concessionária GPV, na Rua dos Pinheiros. Fui muito bem atendido e depois dos reparos... O carro continuou torto. Contatei a fábrica no 0800. Marcaram uma estadia de 48 horas do carro na mesma concessionária, findo os quais o carro... Continuou torto! Bem menos torto era verdade, mas o atendente, Leonardo (ou seria Leandro?) me garantiu que isso era um pequeno detalhe do modelo 2004.

Galera, passado um ano deste fato meu carro, agora com quase 50.000 km está completamente torto, tendo diferença superior a 5 cm entre uma lateral e outra.



Escrito por Toni às 21h41
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Minhas desventuras com a Fiat II

Desta vez entrei em contato com o SAC, na página e no 0800, cheguei a pensar numas simpatias também, mas minha mulher achou exagero! Escolhi a revenda DEVA, aqui pertinho de casa e lá deixei meu bólido.

Fui contato pelo chefe da oficina, Airton, que me afirmou o seguinte:

- o carro está torto (fiquei pasmo com a novidade da informação);

- em razão disso algumas peças haviam se desgastado (noooosssaaaa!);

- inclusive os pneus estavam comidos “pelo lado de dentro” (aaaahhhhhh!);

Depois da introdução, a empurrada final: ele estaria fazendo um orçamento para que eu estivesse aprovando para que a DEVA pudesse estar fazendo os reparos.

Não bastasse a obtusidade das informações o homem ainda teve um ataque de gerundismo!

Eu lhe respondi que se ele não resolvesse o problema eu estaria mandando ele e a empresa a qual ele representa para um lugar bem distante e pouco educado.

Perante o exposto vocês acham que:

a)      Devo deixar esse negócio de reclamação pra lá e custear o reparo com meu dinheiro, afinal o carro é meu e o azar de ter escolhido a FIAT também é meu.

b)      Elaborar uma delicada carta ao bispo de Belo Horizonte, região metropolitana na qual se encontra a citada empresa.

c)      Doar o carro para um ferro-velho e usufruir do maravilhoso transporte coletivo de São Paulo, colaborando assim com as premissas do Protocolo de Quioto.

d)      Chorar na cama, afinal é lugar quente, assim ninguém será obrigado a suportar minha ira e, ao acordar, comprar um Pálio novo e deixar essa história pra lá.

e)      Contratar um advogado e exigir da FIAT o meu carro em perfeito estado, com ressarcimento de todos os prejuízos e plena garantia da resolução do problema.

 

Aguardo ansioso a contribuição de todos os meus poucos leitores.



Escrito por Toni às 21h40

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MANIFESTO EM DEFESA DA CONVIVÊNCIA INTERNACIONAL PACÍFICA

Em relação aos recentes acontecimentos no Oriente Médio, consideramos essencial que o governo brasileiro, representante de um Estado, considerado democrático e de direito, registre, pública e imediatamente, os seguintes pontos e diretrizes de ação política:

 

1. Cessação imediata dos ataques do exército israelense ao Líbano, que constituem violação inaceitável da soberania e integridade do povo libanês e que já mataram e continuam ameaçando a vida de milhares de cidadãos brasileiros no território libanês;

2. Instauração imediata de negociações diplomáticas para solução de eventuais conflitos;

3. Que o governo de Israel e seus aliados respeitem as regras da convivência internacional pacífica, as normas e leis internacionais vigentes, em particular o cumprimento das resoluções da ONU acerca das relações e divisões territoriais entre Israel e os estados árabes no Oriente Médio;

4. Reconhecimento por parte do governo de Israel da soberania da Autoridade Palestina, democraticamente eleita pelos palestinos, incluindo a retirada dos territórios ocupados e o repasse imediato da totalidade de impostos e transferências financeiras e orçamentárias devidas à Autoridade Palestina;

5. Ação efetiva e duradoura do governo brasileiro para que todos os atores comerciais, financeiros e políticos internacionais respeitem e promovam, em particular no Oriente Médio, o exercício de direitos sociais inalienáveis como Liberdade de Expressão e Organização, Saúde, Higiene, Educação, Habitação e Condições Dignas de Vida e Trabalho;

6. Proponha, através de seus representantes na ONU, resolução plenária da entidade cujo conteúdo reflita os pontos (1) a (5) indicados acima;

7. Subordinar a participação brasileira em eventuais acordos comerciais à promoção do cumprimento dos pontos (1) a (5) acima.

 

São Paulo, 15 de Julho de 2006

 

Assinam:

Instituto da Cultura Árabe; Deputado Federal Ivan Valente; Deputada Luiza Erundina; Eduardo Felício Elias - FEARAB-SP; Emir Mourad – COPAL; Mohamad El Kadi – Assisp; Rodrigo Crol - Hora do Povo; Gustavo de Castro Linzmayer - Palestina Livre; Michelle Bresson - UMES/SP; Allisson Pereira Azevedo - UMES/SP; Paulo Bandouk; Instituto Futuro; Rede de Difusão pela Paz Samba do Ventre; Vereador Carlos Giannazi; Deputado Jamil Murad; Georges Bourdokan - escritor e jornalista; Ivana Jinkings - editora Boitempo; Emir Sader - escritor e jornalista; Central Única dos Trabalhadores (CUT-SP)

 

Endereçado:

Presidente da República; Ministro das Relações Exteriores; Embaixadores dos países com representação diplomática no Brasil, em particular, Líbano e Palestina; Imprensa em geral; Candidatos à presidência da república nas eleições de 2006.

Fonte: Instituto da Cultura Árabe



Escrito por Toni às 21h05
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Nunca mais comprarei um carro da FIAT!

Vocês querem saber a razão? Aguardem um pouco, quando passar minha raiva e a briga estiver na justiça eu conto...

Escrito por Toni às 11h42
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PCC, Israel e Mumbai

São Paulo novamente tomado pelo medo e pela insegurança.

Tanto na Capital quanto no interior os ataques da organização criminosa deixaram a população trancada em suas casas.

A imprensa teve um papel mais tranqüilo desta vez, procurando mais informar do que aterrorizar, como havia feito por ocasião do “Dia das Mães”.

Claro que a TV, na busca frenética dos pontinhos no IBOPE não abre mão do showrnalismo, mas ainda assim esteve, na média, mais contida.

E o jogo eleitoral, sem respeito aos nossos temores e às vítimas fatais, policiais, carcereiros e familiares?

Aquele moço lá do sul, que quer ficar “livre dessa raça pelos próximos 30 anos”, consegue ver ligação entre o PCC e o PT. Pena que ele não tenha a mesma perspicácia quando se trata de olhar para o PFL, encastelado no poder desde a chegada de Cabral, com exceção destes últimos 4 anos.

Aliás, em se tratando de São Paulo, o PFL sempre foi fiador e parceiro das políticas de segurança pública (ou falta delas) que impera no Estado já faz 12 anos, pelo menos, comandados pelo tucanato de pluma reluzente!

No cenário internacional as luzes se voltam, mais uma vez, para o Oriente Médio, principalmente para Israel e a sua vingança, desproporcional, contra o povo libanês.

A uma ação do grupo xiita Hezbollah contra o seu exército, Israel responde com um ataque feroz contra os alvos civis libaneses, incluindo crianças em áreas residenciais.

Recebi um e-mail com fotos do ataque que Israel desferiu contra civis numa estrada libanesa.

Para entender esse momento passo a passo clique aqui e veja matéria da BBC Brasil. Agora, se você tem estômago forte, clique aqui e veja fotos do resultado de um bombardeio israelense no sul do Líbano, que atingiu várias crianças. Perdoem-me, não tenho o hábito de divulgar cenas tão obscenas.

Na Índia o ataque em Mumbai também desperta a atenção. De certa maneira guarda semelhanças com aquele ocorrido em Madri, em 11 de março de 2004 (clique aqui e veja artigo sobre o tema) e em Londres em 2005 (clique aqui para ler sobre o atentado em Londres). Ações aparentemente coordenadas e em rede explodiram 6 estações de trem num intervalo de 6 minutos, segundo informa o Folha On-line. Clique aqui para ver a matéria.

Que mundo é esse?



Escrito por Toni às 23h11
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